Angina

Angina

O que é Angina?

O termo angina significa dor, porém, essa denominação é mais utilizada para referir-se apenas à dor torácica, ou seja, dor no peito. Ela recebe a nomenclatura de angina pectoris, e ocorre porque o sangue flui com menor intensidade para o coração. Essa queda do fluxo sanguíneo reduz a irrigação do órgão e leva para ele menos nutrientes e menos oxigênio. A dor acontece como um sinal de alerta que o corpo emite para avisar que o coração não está recebendo a quantidade ideal de sangue. O que limita o fluxo sanguíneo para ele é o estreitamento da artéria, que não consegue possibilitar a passagem do sangue como deveria. A angina é classificada como estável ou instável, dependendo de como se manifesta e de sua duração.

E

Angina estável

 

Algumas pessoas podem sentir dor no peito quando realizam algum esforço que faz com que o coração bata mais forte. Esse é o caso da prática de atividades físicas. Mas ela também se manifesta caso a pessoa sinta fortes emoções ou esteja sob baixas temperaturas. Quando a angina se manifesta nessas circunstâncias passa a ser previsível, porque o paciente sabe quando ela acontecerá. A sua durabilidade é curta, mantendo-se por cerca de 10 minutos e depois melhorando sozinha assim que a pessoa deixa de vivenciar o que a causa. Embora não seja preciso a pessoa receber auxílio médico e nem medicação para cessarem os sintomas, a angina estável requer atenção, porque ela aumenta os riscos de um ataque cardíaco no futuro.

E

Angina instável

 

Há casos em que a dor se manifesta sobre essas condições e também outras. Porém, ela aparece quando a atividade física, por exemplo, é menos intensa, e algumas vezes também pode acontecer quando a pessoa está em estado de repouso. Nesse caso a dor acontece quando o estímulo é bem menor, e se mantém por mais tempo, sendo cerca de 20 minutos de incômodo. Essa dor também não se vai quando elimina-se o estímulo, nem mesmo quando se medica a pessoa.

Causas da Angina

A principal causa da angina é a aterosclerose, ou seja, a doença arterial coronária. Essa condição é caracterizada pelo endurecimento ou a obstrução dos vasos que levam o sangue e oxigênio para o coração.

A obstrução dessas veias é causada pelo excesso de cálcio, a formação de placas de gordura, em função das plaquetas ou das fibrinas. Mas não é apenas a aterosclerose que provoca a angina.

Ela também pode ser consequência de anemias graves, em outras situações, ainda que as veias do paciente estejam saudáveis, ele pode ter angina porque o músculo do coração está hipertrofiado, ou seja, maior do que o normal.

Outras condições que podem causar a angina são:

Sintomas da Angina

Na verdade a angina em si já se trata de um sintoma, afinal, ela é a dor que indica que o coração não está sendo irrigado como deveria ser. Porém, junto dela também acontecem outras manifestações que ajudam a identificar o problema.

Alguns sintomas que acompanham a dor no peito são:

  • ficar cansado facilmente;
  • falta de ar;
  • arritmias;
  • desmaios;
  • dor intermitente;
  • desconforto no peito;
  • sensação de pressão no peito.

Angina - Clínica Augusto ScalabriniComo dito, esses sintomas e a dor podem se manifestar quando a pessoa faz algum esforço ou é submetida a certas situações estimulantes, mas também ocorre em estado de repouso. A dor também se irradia para a mandíbula, os ombros e os braços, geralmente esquerdos.

Na manifestação de qualquer um desses sintomas é fundamental buscar ajuda médica, ainda que seja como exposto na angina estável, uma dor que se vai em poucos minutos. Essa condição não pode ser considerada como natural porque com o tempo tende a agravar-se.

Incidência da Angina

Estima-se que cerca de 10 a 15% das pessoas com mais de 65 anos pode desenvolver a angina. E ainda existem os casos em que ela se manifesta de forma silenciosa. E realmente é fato que ela é mais comum em pessoas com idade mais avançada e adultos maduros.

Sua incidência também é maior em homens do que em mulheres, e acredita-se que isso possa acontecer porque os fumantes do sexo masculino estão em maior número, afinal, o tabagismo é um fator de risco para as doenças coronárias.

Também ocorre mais frequentemente em pessoas que se enquadram nesses grupos:

Diagnóstico da Angina

Para diagnosticar a angina o médico ouvirá o relato de seu paciente para analisar os sintomas que ele está apresentando. Também avaliará em quais condições eles se manifestam, e ainda o histórico familiar da pessoa.

Para obter um diagnóstico mais preciso em caso de suspeita, o profissional pode solicitar exames como eletrocardiograma, teste ergométrico, ecocardiograma, tomografia cardíaca e coronária, cintilografia, ressonância cardíaca e coronariografia.

Será avaliado o esforço feito pelo paciente, a leitura de seus batimentos cardíacos e ainda a identificação de onde podem estar as obstruções das artérias. Nesse caso, o exame indicado é o cateterismo, ou também a tomografia computadorizada.

Tratamento da Angina

O tipo de tratamento utilizado para angina depende de cada caso e também dos danos que já ocorreram com as veias. Em algumas situações bastam as medicações para controlar o problema, em outras, são necessários procedimentos mais invasivos.

No caso dos remédios, eles têm ação vasodilatadora ou betabloqueadora. Nos dois casos a intenção é fazer com que o sangue chegue ao coração na quantidade ideal para que ele se mantenha irrigado.

As cirurgias podem ser adotadas para que se faça o tratamento com pontes de safena, por exemplo. Mas também pode ser necessário desobstruir as artérias ou promover a sua dilatação, então, é realizado o tratamento com cateter, que são as angioplastias e o stent.

Porém, também é preciso que exista uma mudança no estilo de vida da pessoa, caso as causas da angina sejam evitáveis. Então a atenção com a alimentação, o alívio do estrese e ainda a prática de atividades físicas são atitudes importantes.

E para quem está nos grupos de risco como portadores de outros problemas, como o diabetes, é fundamental que mantenham o controle de seu quadro para evitar complicações. Nenhum tratamento deve ser interrompido sem o conhecimento do médico.

Prevenção da Angina

O tipo de tratamento utilizado para angina depende de cada caso e também dos danos que já ocorreram com as veias. Em algumas situações bastam as medicações para controlar o problema, em outras, são necessários procedimentos mais invasivos.

No caso dos remédios, eles tem ação vasodilatadora ou betabloqueadora. Nos dois casos a intenção é fazer com que o sangue chegue ao coração na quantidade ideal para que ele se mantenha irrigado.

As cirurgias podem ser adotadas para que se faça o tratamento com pontes de safena, por exemplo. Mas também pode ser necessário desobstruir as artérias ou promover a sua dilatação, então, é realizado o tratamento com cateter, que são as angioplastias e o stent.

Porém, também é preciso que exista uma mudança no estilo de vida da pessoa, caso as causas da angina sejam evitáveis. Então a atenção com a alimentação, o alívio do estrese e ainda a prática de atividades físicas são atitudes importantes.

E para quem está nos grupos de risco como portadores de outros problemas, como o diabetes, é fundamental que mantenham o controle de seu quadro para evitar complicações. Nenhum tratamento deve ser interrompido sem o conhecimento do médico.

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