Cardiopatias Congênitas: O que são e qual a melhor forma de tratamento.

Cardiopatias Congênitas: O que são e qual a melhor forma de tratamento.

O que são Cardiopatias Congênitas?

Durante a formação, a embriogênese, no período em que o feto é formado dentro do útero materno, todos os órgãos se formam. Nós partimos de uma célula só, e quando nascemos, temos um organismo todo, com vários órgãos. O processo de formação desses órgãos pode ter alguns problemas, ou alguns erros que são causados às vezes só por erros mesmo. E às vezes, pelo uso de algumas drogas, pelo uso de radiação, para algumas formas de poluição. Tudo isso pode levar a erros na formação ou na gênese desses órgãos. E o coração é um deles. Então, o que são cardiopatias congênitas? Cardiopatias congênitas são aquelas doenças do coração que se formam durante a vida fetal. São erros de formação na estrutura do coração.

Qual a importância delas?

Depende, pois existem cardiopatias congênitas com erros muito pequenos, e que na verdade não necessitam sequer de tratamento. Existem outros que são erros também muito pequenos, e que acabam se corrigindo com o crescimento da criança. Então, por exemplo, a comunicação interventricular, quando é muito pequenininha, essa é o tipo de cardiopatia congênita que causa um sopro na criança.

O tratamento

A comunicação interventricular muitas vezes se fecha sozinha, conforme o coração vai crescendo, e ele mesmo se incumbe de ocluir essa comunicação anormal. Outras não se corrigem, elas vão precisar de tratamento, e como é um problema estrutural do coração, normalmente o tratamento acaba sendo cirúrgico. Então as cardiopatias congênitas que necessitam de tratamento, em geral, são aquelas mais graves, são aquelas mais sérias, que geralmente o tratamento é cirúrgico. Hoje em dia, a coisa tem mudado bastante, pois são muitas as cardiopatias congênitas que podem ser tratadas. As mais comuns através de cateterismo. Existem técnicas de cateterismo que fecham condições anormais, ou que fecham comunicações anormais. Existem técnicas que cauterizam alguns feixes musculares que são formados de uma forma errônea e que podem levar à arritmias cardíacas. Enfim, o tratamento acaba sendo estrutural. Muitos deles podem ser feitos por meio de cateterismo, outros não, outros ainda precisam de uma cirurgia a “céu aberto”.

Transplante Cardíaco

Existem, por outro lado, as cardiopatias congênitas tão graves, que o coração original não é tratado, e acabam demandando um transplante cardíaco. O transplante cardíaco nas cardiopatias congênitas hoje é cada vez mais comum, com a segurança dos métodos e com o avanço da técnica do transplante cardíaco, acabam oferecendo uma vida de boa qualidade uma vida de duração praticamente normal para essas crianças e pra essas pessoas. 

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